Celso de Alencar
poeta
Celso de Alencar, poeta paraense, radicado em São Paulo desde 1972. Sobre Celso de Alencar, o poeta e crítico Claudio Willer, afirma que se trata do mais enfático poeta contemporâneo brasileiro. Surreal paroxístico. Escreve com furor messiânico, com a veemência dos profetas. Enquanto, o compositor e poeta, Jorge Mautner, o considera profeta da quarta dimensão, escandalizador e libertador de almas. Já o cineasta Carlos Reichenbach sintetiza: Celso de Alencar é, sem nenhum exagero, um dos maiores poetas brasileiros em atividade. Sua poesia blasfema e despudorada é da estirpe de Pasolini, Rimbaud, Leautréamont, Sousândrade, e todos os nossos malditos maiores. O artista plástico Valdir Rocha é taxativo: loquaz, perverso, mordaz, contundente, imprevisto, surreal, etc., e o poeta e crítico Carlos Felipe Moisés decreta: diabolicamente angelical ou angelicalmente diabólico. E o olhar da poeta e diplomata, Ana Paula Arendt: Existe uma linha tênue entre o gênio e o louco; mas Celso de Alencar consegue ser ambos: gênio e louco ao mesmo tempo. A escritora e jornalista Márcia Denser, afiança: Celso de Alencar é um antipoeta áspero e dissonante que trata de iluminar o prosaico com uma chama interna para provocar novas luzes. E Flávio Kothe revela: Sacerdote dos ritos cada vez mais esotéricos da poesia. O poeta e diplomata Marcio Catunda assevera: Com sua língua profética, escatológica, Celso de Alencar nos diz do absurdo em que se oculta a razão inominada. Já o poeta, jornalista e tradutor, Luiz Roberto Guedes afirma: A poesia de Celso de Alencar materializa mundos oníricos. O poeta e jornalista, Fred Maia, escreve: Faz poesia sem concessão, nada de versinhos sorridentes - é de uma natureza intensa e vibrante. A poeta e professora doutora de Literatura Contemporânea da UFPA, Giselle Ribeiro, anuncia: Escrita subversiva da linhagem de um tempo que ainda não nasceu. É reconhecido entre os grandes talentos da Geração de 1970. É autor de Salve Salve, Arco Vermelho, Os Reis de Abaeté, O Primeiro Inferno e Outros Poemas, O Pastor(infantojuvenil), A Outra Metade do Coração(CD), Sete(com 25 xilogravuras de Valdir Rocha), Testamentos, Poemas Perversos, O Coração dos Outros, Desnudo, Agora os Pássaros Estão Dormindo, além de antologias no Brasil e outros países.
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